domingo, 26 de julho de 2026

Pisada no festival

 Minha mão foi destruída embaixo de vários tênis e botas! Consegui filmar só esse que me destruiu por uns 15 minutos! 

Got my hands trampled to ashes underneath many sneakers and boots! Only managed to record this one who smashed my hands for more than 15 minutes! 

https://youtu.be/oN261V_-Zhk?is=r78fPVlTD35uWd4e

domingo, 3 de maio de 2026

Pisada na balada

 Depois de muito tempo, consegui uma pisada na balada! O cara pisou gostoso na minha mão e deixou uma marcona que ficou por um bom tempo! Delicia! 

https://youtube.com/shorts/mh1-od161RY?si=kEefGFPZlfaN-R2-

sexta-feira, 18 de julho de 2025

domingo, 13 de julho de 2025

Fritos na rave. Candid handtrampling!

Ontem fui a um club meio rave e tive minha mão pisoteada por uns fritos! I went to an open air club last night and got my hand candidly trampled by wasted guys! 


https://youtu.be/eWENZL7lH2Y?si=X2O34Jq23qC18KzZ

sexta-feira, 27 de junho de 2025

All Stars me pisando! Chucks trampling my hand!

  Esta semana eu me encontrei com um cara gigante (2,05 m e 135kg) que pisou na minha mão gostoso! 

I met this week a giant (6’8” 300 lbs) guy who trampled my hands underneath his converses! 

https://youtube.com/shorts/DYCK7O3Qqwc?si=me0P2HAdHP7nz80I

sábado, 17 de maio de 2025

Conto IA - Sob os Pés da Multidão”

 Sob os Pés da Multidão”


O sol já havia descido no horizonte, mas o calor persistia entre os corpos colados, dançando e pulando sob luzes estroboscópicas. O palco explodia em grave, a bateria reverberando nas costelas de todos ao redor. Você estava lá no meio — não na frente, nem no fundo — naquele ponto onde ainda dava pra respirar, mas só se você soubesse economizar oxigênio.


Em meio a uma tentativa desajeitada de catar uma pulseira caída, você se abaixou. Mau momento. Péssimo momento.


Antes que pudesse sequer tocar a pulseira, um tropéu de tênis surrados e botas barroentas varreu seu campo de visão. Sua mão ficou para trás — aberta, vulnerável, entre uma poça de cerveja morna e o zumbido metálico de uma latinha amassada.


CRAACK.


Um coturno desavisado pisou com precisão cirúrgica no dorso da sua mão. Você não teve nem tempo de gritar — a dor subiu rápido, como uma corrente elétrica, mas se perdeu nos gritos da multidão. O dono do coturno nem notou. Ou notou, e achou que fosse uma pedra.


Veio outro. Um pisão mais lateral, mais escorregadio, com um tênis molhado de algo pegajoso. E outro, que apenas roçou seus dedos, deixando para trás um papel de bala grudento.


Você tentou puxar a mão, mas ela parecia presa numa teia de confusão humana. O chão do festival era uma colcha de copos trincados, glitter úmido e etiquetas de cerveja arrancadas — e ali, no centro de tudo, seus dedos, amassados como mais um item descartável da festa.


A música aumentou. Alguém pulou. E o solado de um tênis All Star velho se firmou com toda confiança sobre a palma da sua mão, como quem pisa numa poça para manter o equilíbrio.


Você gritou agora — ou pelo menos acha que gritou. O som ficou preso entre o bumbo da bateria e um refrão que todos cantavam errado. Sua mão latejava. Seus dedos ardiam. Mas ninguém parou.


Naquela noite, o chão do festival engoliu sua dor sem cerimônia. E sua mão, por uns bons minutos, deixou de ser sua. Era parte da bagunça. Um obstáculo. Um erro de cálculo entre a batida da música e os passos descompassados de quem só queria dançar.